REMARKETING: A TÉCNICA INFALÍVEL QUE VAI FAZER SEU NEGÓCIO DECOLAR

Tempo de leitura: 21 minutos

Você já ouviu falar em remarketing? Quantas vezes você já abriu uma rede social e se deparou com banners de anúncios de produtos já pesquisados? 

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A isso, nomeamos remarketing, uma técnica criada pelo Google Adwords e que poderá fazer o seu negócio próprio decolar de uma vez.

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Para algumas pessoas, pode ser chato, algumas até encaram como invasão de privacidade. Porém, o remarketing pode ser utilizado de forma benéfica para o seu negócio, seja ele B2B ou B2C.

O remarketing foi uma estratégia criada pelo Google com um objetivo claro: vender mais. Afinal, “atacar” clientes com anúncios semelhantes mais de uma vez pode ajudar a aumentar a conversão, desde que feito de maneira correta, é claro.

Aliás, por falar em “atacar”, você pode se deparar com outro termo semelhante, o retargeting. Mas, na verdade, o retargeting significa apenas a ação de impactar os clientes com anúncios semelhantes. Por convenção, o Google nomeou sua própria técnica de retargeting como remarketing.

Mas você já se perguntou por que utilizar o remarketing? Bem, a resposta é clara: vender, vender e vender.

Você sabia que dados estatísticos do Google revelam que a cada 1000 usuários que entram em lojas online, apenas 30 fazem uma compra logo na primeira visita?

Assim, o remarketing não serve apenas para lançar anúncios semelhantes a produtos já comprados por alguém, mas principalmente por produtos que na foram comprados.

Mas o remarketing não se trata apenas de lançar uma campanha no ar e tentar atrair qualquer cliente. É preciso ter um plano bem definido por trás disso para que as chances de se converter um lead sejam reais e mais certeiras.

 

Qual é o objetivo do remarketing? Basicamente, com ele atua?

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O funcionamento do remarketing é simples, mas não se engane. Sem uma estratégia bem definida, ele nada mais é do que spam para os usuários.

Basicamente, ele funciona de forma simples. Quando um usuário acessa o Google em busca de algum produto, por vezes acaba clicando nos links patrocinados do Google Adwords, ao invés de entrar diretamente em alguma loja.

Ao clicar em links patrocinados, o Google Chrome salva os famosos “cookies” no sistema.

Os cookies são marcações sobre os acessos que um usuário tem na internet, possibilitando assim que o Google possa fazer um link entre o conteúdo que um usuário acessa e outro conteúdo que poderá posteriormente servir como remarketing.

Então, vamos supor que um usuário esteja procurando por um par de tênis e acesse um link patrocinado da Nike. A partir daquele momento, o Google salvou cookies relacionados a lojas esportivas ou sapatos.

Ao entrar novamente em algum site ou rede social, automaticamente o Google reenvia anúncios de outras lojas ou produtos semelhantes, a fim de fazer o usuário comprar um novo produto.

Em geral, o período de remarketing não dura mais do que 30 dias, e para que ele aconteça de forma efetiva, basta fazer a configuração no painel do Google Adwords, adicionando tags de remarketing.

Aí entra uma análise mais complexa, que pode ser feita com o Google Analytics. O remarketing será feito com base no perfil do usuário que acessou determinado produto. Assim, você precisaria de dados como:

  • Que tipo de produto específico ele procura?
  • Qual a faixa de preço que o usuário pode pagar?
  • Permaneceu mais tempo em qual página?

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Como obter um bom resultado com o remarketing no Google Adwords?

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Você já ouviu aquela velha frase que diz que uma imagem vale mais do que mil palavras? Essa é a mais pura verdade. Imagens não só podem transmitir uma ideia melhor para um usuário, como atraem visualmente mais do que um texto.

Uma primeira dica para obter um bom resultado com o remarketing é criar infográficos para as campanhas. Além de poder disponibilizar um número maior de dados, é possível concentrar tudo em apenas uma imagem.

Mas o que mais pode dar resultado é investir em um plano estratégico de remarketing para convencer pessoas que desistiram de uma compra a comprar o produto. Isso é feito através da análise de compras que não foram concluídas. Basta olhar o carrinho que foi abandonado.

Aí entra uma análise um pouco mais complexa que novamente pode ser feita com base no Google Analytics, para traçar o perfil de cada comprador e descobrir o motivo pelo qual ele desistiu da compra no meio do caminho.

E assim como na conversão de leads, não vale a pena focar em clientes que não representam potencial de compra. Através dos relatórios, você poderá ver os usuários que visitaram a página, mas nem chegaram a clicar nos produtos.

Portanto, para evitar perda de tempo (e dinheiro), o ideal é que as campanhas mais agressivas não sejam direcionadas a essas pessoas, mas sim as que já demonstraram um interesse em comprar o produto.

Não que essas outras pessoas não mereçam uma atenção. Mas o melhor é criar outra linha de campanha para essas pessoas e não investir tudo nelas.

 

O remarketing é indicado para todos os negócios?

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Não. Embora o remarketing seja uma estratégia excelente para fazer um negócio decolar, ele não é ideal para qualquer site ou blog. Por quê?

Bem, em primeiro lugar, ele deve ser utilizado como forma de insistir em uma venda. Então se pressupõe que há um mínimo de tráfego no seu site.

Se ele ainda não possui muito tráfego, seria perda de dinheiro e de tempo investir em remarketing. O ideal é que você crie um número maior de campanhas diárias até que possa gerar um tráfego maior, para aí sim atacar com o remarketing.

Caso você não esteja disposto a criar infográficos ou banners com gráficos, utilizar o remarketing pode não ser a estratégia mais eficiente, também.

Isso não sou eu quem digo. Os dados do Adwords apontam que a maior taxa de compras vem de banners gráficos, e não de textos publicitários. Vale a pena investir um tempo a mais nisso!

Também não é a opção mais indicada para quem quer criar um volume gigantesco de conversão, seja por semana ou por mês. Por quê?

Porque dentro do Google Adwords já existem opções de campanhas para gerar um volume maior de visualizações. Entretanto, como elas possuem um alcance limitado, o volume não seria tão grande assim e o custo por cada cliente que converta não seria muito alto também.

Além disso, os usuários que receberem o remarketing de sua campanha já deverão ter conhecimento da sua empresa, loja, blog ou site. Acaba ficando mais fácil para que elas comprem seus produtos ou serviços.

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Quais são os tipos de remarketing que existem?

várias estratégias remarketing

Agora que você já entendeu como funciona a lógica do remarketing, vale ressaltar que não existe apenas um tipo de modelo estratégico para fazer os anúncios.

Na verdade, existem diferentes maneiras de se fazer isso. Abaixo, segue uma relação dos principais tipos e como eles são aplicados.

 

  1. Remarketing Dinâmico

O remarketing dinâmico vai direto ao ponto. Ao invés de fazer uma relação entre os produtos que uma pessoa visitou e outros produtos semelhantes, ele reenvia os anúncios somente daqueles produtos que a pessoa já visitou.

É uma estratégia mais agressiva para convencer uma pessoa a comprar o produto, mas ao mesmo tempo é mais eficaz por dois motivos. O primeiro é que ele empurra um produto para uma pessoa que ainda tem dúvidas se deve comprar ou não.

Com a influência do anúncio, ela acaba ficando mais propensa a realizar a compra. O segundo motivo é porque ele acelera a tomada de decisão de uma pessoa.

 

  1. Remarketing padrão

O remarketing padrão é uma ótima opção para quem ainda não tem um plano estratégico muito bem definido, ou mesmo para quem ainda não está muito a par do assunto.

O motivo? Bem o remarketing padrão é utilizável em diversas redes, como:

  • Rede de Display;
  • Rede de Pesquisa;
  • Lojas do Google;
  • YouTube;

Lembrando que a Rede de Display e a Rede de Pesquisa fazem parte do próprio Google Adwords!

Como a aparição dos anúncios acaba sendo mais ampla e atingindo um número maior de usuários de acordo com a lista que você criar, vale a pena dedicar um pouco mais de tempo para o remarketing padrão para criar uma estratégia mais segmentada de acordo com cada público que esteja vendo seus anúncios.

 

  1. Mobile

Existe um tipo especial de remarketing que é voltado para todos os dispositivos móveis. Isso é excelente, principalmente se além de possuir um site possuir também um site para mobile.

É uma opção bem específica e certamente ajudará a influenciar o cliente a comprar o produto. Porém, vale ressaltar que essa opção de remarketing fica disponível apenas para mobile, não aparecendo em outro tipo de dispositivo.

 

  1. Rede de pesquisa

O objetivo desse tipo de remarketing é lançar a campanha para os clientes que após verem o seu produto, buscam pela concorrência.

Sempre que um cliente buscar por um produto semelhante em outro site para comparar os preços, receberá sua campanha novamente.

Isso garante que ele não se esqueça de avaliar melhor o seu produto.

 

  1. Vídeos

Essa estratégia é um pouco mais recente do que as outras, e muito eficaz. O remarketing por vídeos aparece sempre que um usuário interagir com outros vídeos no YouTube, mas não somente no canal de vídeos como também em redes sociais e na Rede de Display.

É uma ótima estratégia para quem precisa fornecer maiores detalhes acerca de um produto ou serviço para os clientes e não pode fazer isso através de textos apenas.

 

Como o remarketing é feito dentro do Adwords?

google adword remarketing

 

 

 

 

 

 

A primeira coisa que você precisa fazer é inserir a tag remarketing dentro do Google Adwords, posteriormente instalando no seu site.

É desse modo, através da inserção da tag, que o Google irá captar os cookies para reenviar a campanha para os usuários. Se você se esquecer de usar essa tag, o Google não vai conseguir captar quem está tendo acesso ao seu site, não se esqueça disso!

O passo seguinte, e não menos importante, é segmentar as listas de e-mail. Você provavelmente já deve ter acompanhado isso em outros setores, como o de afiliados, por exemplo.

O objetivo de segmentar uma lista é enviar o e-mail correto para o público alvo certo. Sem uma segmentação, você não será capaz de identificar o comportamento do público no seu site de maneira mais efetiva.

O modo como você irá segmentar vai de você mesmo. Você pode usar diferentes métricas para a sua segmentação. Por exemplo:

  • Lista 1: pessoas que permaneceram mais de um minuto na página;
  • Lista 2: pessoas que permaneceram pelo menos um minuto na página 1;
  • Lista 3: pessoas que permaneceram pelo menos um minuto na página 2;
  • Lista 4: pessoas que fizeram menção de comprar um produto e desistiram no meio do caminho;

Se há uma maneira bem eficaz de se montar listas é utilizando os dados obtidos através do Google Analytics.

Essa excelente ferramenta do Google permite ao usuário interpretar todos os dados de acesso de seu site. Com ela, você pode entender exatamente quem é o seu público alvo.

As informações mais comuns que você pode obter através do Analytics são os horários em que os clientes entram na página, em qual página permanecem mais tempo, a média de idade e gênero, a localização dos usuários, etc.

Bem, uma vez que você já segmentou as listas de e-mails, é hora de criar as campanhas na prática.

 

Criando a campanha

Após criar suas listas, entre no Google Adwords com seus dados do Google e faça login.

Na tela principal, você verá um botão vermelho indicando para criar uma nova campanha. Clique nele, mas selecione apenas a Rede de Display.

Em seguida, clique na opção “objetivos de marketing” e escolha a opção “comprar no seu website”.

Agora, é com você. É hora de escolher um nome apropriado para a campanha, utilizando sempre suas palavras-chave previamente selecionadas, a melhor estratégia que converta mais, o CPC das palavras que você irá utilizar e o orçamento diário, semanal ou mensal.

Após selecionar todas essas configurações, salve e continue para a próxima etapa. Não se esqueça de que caso precise de ajuda nessa etapa poderá contar com o suporte 0800 do Google Adwords, que atende todos os dias e oferece um excelente suporte técnico.

Após criar sua campanha, você precisará escolher um lance e um nome apropriado para o grupo de anúncios, que irá reunir todos os anúncios que você acabou de criar.

Agora, chega a parte esperada. A próxima etapa será segmentar os anúncios, e dentre algumas opções, escolha a “interesses e remarketing”. Um menu aparecerá acima para você, onde dará a opção de clicar em Listas de Remarketing. Clique nela.

Agora, você precisará configurar as opções de remarketing. Clique na opção para fazer essa configuração e começar suas listas. Agora, o processo será dividido em duas partes.

Parte 1: O primeiro passo é criar a tag remarketing com o Google Adwords. Ao clicar na opção para gerar a tag, você poderá copiar esse código e enviar para quem programou o seu site (ou caso tenha sido você mesmo simplesmente guarde o código).

Caso o Google Analytics já esteja instalado no seu site (se não estiver, já cuide dessa etapa assim que terminar as configurações de remarketing), você receberá uma opção indicando para usar o código de acompanhamento que já está instalado no seu site.

 

Passo 2: Após criar o código com a tag, o Google criará automaticamente uma lista dentro do Google Adwords. Essa lista será nomeada como “todos os visitantes”.

Essa lista é criada automaticamente pelo Google e não possui nenhum tipo de segmentação. Funciona apenas como uma ajuda para quem ainda não criou a própria lista.

Não é recomendado usar essa lista, já que ela será ampla demais. Após ela ser criada, você mesmo precisará inserir as suas listas já segmentadas no lugar desta.

 

Feito isso, você já estará quase concluindo sua primeira estratégia de remarketing!

Ao nomear o grupo de anúncios e escolher o lance inicial, você verá que na lista de remarketing estão todos os visitantes de sua página. Você pode finalizar já agora caso não queira mais criar campanhas por enquanto.

 

4 erros cometidos por iniciantes. Esses conceitos não estão corretos!

 

Fazer uma campanha no Google Adwords dá trabalho, e se você não tiver um mínimo de conhecimento antes de começar a fazer, poderá cometer alguns erros bem comuns.

Por isso, acompanhe abaixo quatro conceitos que muita gente ainda confunde quando entra nesse segmento.

 

  1. O código de acompanhamento de conversão coleta apenas conversos do Adwords

Errado! Quando você utiliza o código de acompanhamento, o Google Adwords capta TODOS os dados de usuários que chegaram até a etapa de conversão. Não importa se essas pessoas vieram de campanhas diretas, de tráfego orgânico ou através de cliques em links patrocinados.

 

  1. Se o produto é internacional, devo restringir uma campanha somente para aquele país. Correto?

Errado! Não importa se você está usando as campanhas em apenas um idioma. Supondo que você tenha um domínio nos Estados Unidos, você é livre para segmentar as campanhas para qualquer país que fale inglês, como Canadá, Austrália, Inglaterra, etc. O que você não pode fazer é não ter um meio de enviar esse produto para os Estados Unidos ou qualquer outro que também fale inglês.

 

  1. Me disseram que o remarketing funciona apenas com anúncios em forma de gráfico.

Errado! O remarketing no Google Adwords possui diferentes formas de permitir a criação de um anúncio.

Embora os anúncios gráficos sejam mais eficazes, os textos podem trazer até 30% mais de acessos e desempenho. Existem várias formas de anúncio e você deveria testar cada uma delas de acordo com a sua estratégia montada de marketing.

 

  1. Ao criar uma lista de remarketing, utilizei duas delas e selecionei a opção para selecionar todos os públicos. Agora, terei todos os usuários das listas selecionados, correto?

Errado! O que acontecerá agora é que o Google irá criar uma interseção entre as duas listas e somente os usuários em comum serão escolhidos para receberem as suas campanhas de remarketing. É necessário escolher a opção “um ou mais desses públicos alvo” para que você possa contemplar todos os usuários com a sua campanha de remarketing.

 

3 dicas para implementar o remarketing em seus negócios

Dica número 1: A primeira dica é para que você dê uma atenção especial aos usuários que abandonaram o carrinho de compras. Você sabia que apenas 30% dos usuários conclui uma compra logo na primeira visita?

Crie uma relação mais duradoura com esses usuários, mantendo-os envolvidos por mais tempo e influenciando a comprar o seu produto.

Muitas vezes, os carrinhos são abandonados por motivos banais, como uma queda de internet, ou por falta de tempo. Lembrar nunca é demais!

 

Dica número 2: Sempre que você criar uma campanha de remarketing, uma opção é selecionar todos os países e todos os idiomas.

Ao fazer isso, você abrirá uma opção para que todos os usuários do mundo possam ver o seu anúncio.

Vamos supor agora que você esteja vendendo um produto digital, como um curso. Ao criar campanhas em português, você pode permitir que pessoas na Itália, na França ou no Canadá que também falem português se interessem pelo seu anúncio.

Se você puder entregar o produto nesses países (como é um produto digital, pode ser entregue em qualquer lugar), estará expandindo os horizontes do seu negócio. Não deixe de marcar essa opção!

 

Dica número 3: Com os relatórios do Google Analytics, você poderá acompanhar o desempenho das suas campanhas de remarketing. Não dê muita atenção para aquelas cujo desempenho está baixo. Simplesmente as exclua e foque nas que estão com o desempenho maior.

O ideal a ser feito é excluir canais com baixo desempenho e focar em aumentar o lance para aqueles que estão dando um retorno maior, com maiores conversões. Se você não souber ao certo qual lance dar para um canal com maior desempenho, poderá usar essa opção automática dentro do Google Adwords, clicando em otimizador de conversões.

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Vale a pena usar remarketing no E-mail Marketing?

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Como as campanhas de remarketing são direcionadas após a coleta de cookies, algumas pessoas utilizam o código dentro dos e-mails marketing para coletar mais cookies e poder lançar as campanhas.

O problema é que você corre o risco de aumentar a chance de se tornar um spammmer. Alguns códigos em JavaScript não devem ser utilizados dentro de um e-mail marketing, porque eles irão passar por filtros antes.

Além disso, alguns desses códigos simplesmente não funcionam estando no corpo de um e-mail marketing. Quando o e-mail passa por filtros antispam, pode acabar detectando o código em JavaScript e selecionar sua mensagem como phishing.

As mensagens phishing são aquelas que utilizam dados criptografados em imagens para roubar dados pessoais das pessoas. É muito comum que sejam enviadas mensagens falsas alegando ser do banco e pedindo aos usuários senha de cartão de crédito ou algo parecido.

Utilizar um código em Java no e-mail provavelmente colocaria seu e-mail marketing na categoria de phishing, e certamente não seria entregue. Ou simplesmente seria classificado como spam, e de qualquer modo não seria entregue.

Há uma alternativa de usar a tag noscript, utilizada depois do script. Essa tag indica que caso o usuário não tenha um leitor de javascript no seu dispositivo, receba o conteúdo ainda assim. Seria uma saída alternativa para exibir o conteúdo.

Só que usar essa tag com o remarketing do Google Adwords não funciona. Além disso, há de se ressaltar mais uma restrição.

Os códigos utilizados dentro de um e-mail marketing permitem que o usuário veja as campanhas de remarketing somente no navegador que estava utilizando quando abriu o e-mail.

Vamos supor que por um infortúnio do destino esse usuário abriu o e-mail utilizando o Firefox porque o Google Chrome estava travando.

Assim que ele voltar a usar o Google Chrome, não vai mais visualizar os anúncios, que ficarão apenas no Firefox. Assim, o usuário acaba não recebendo o impacto das campanhas porque os dados do e-mail captaram os cookies do navegador, e não do dispositivo que o usuário está usando para acessar o website.

Portanto, não vale muito a pena o risco de se utilizar esse código dentro de um e-mail marketing. Os usuários que receberem o e-mail só poderão visualizar o conteúdo se tiverem um leitor de javascript, e ainda assim poderá correr o risco de não ter sua mensagem enviada.

O recomendado é que você envie um e-mail marketing contendo um botão que induza o leitor a clicar, os botões call to action. Esse botão deverá redirecionar o usuário para uma página online, que conterá o seu código de remarketing.

É uma maneira mais segura de fazer isso, evitando que você gaste seu tempo, dinheiro, e ainda coloque sua reputação em risco!

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